"o lugar insignificante que ocupo é tão minúsculo em comparação com o resto do espaço em que não estou e onde não se importam comigo. a parcela de tempo que hei de viver é tão ridícula em face da eternidade, onde nunca estive e nunca estarei... neste átomo, neste ponto matemático, o sangue circula, o cérebro trabalha e quer alguma coisa... que estupidez! que inutilidade!"
bazárov - "pais e filhos" de ivan turgenyev